Palestra construída
Humano no centro, Estado no horizonte
Inteligência artificial, servidores aumentados e a construção de instituições que aprendem.
Como fazer com que aquilo que um servidor aprende com inteligência artificial vire capacidade da instituição, em vez de virar mais dependência dele?
Uma palestra-manifesto em seis partes. Começa por uma pessoa concreta — aquela que, em toda organização, virou o destino natural de tudo o que precisa ser resolvido — e mostra como competência individual se converte em dependência institucional. Passa pela entrada da inteligência artificial, que derrubou o custo de capacidades cognitivas e criou a tentação de confundir velocidade com capacidade. Define o servidor aumentado, e então se vira contra a própria tese: quem aprende a usar IA pode virar um gargalo mais sofisticado que o anterior. Termina na pergunta que interessa ao Estado — o que acontece com tudo o que essa pessoa sabe quando ela vai embora — e no limite que a eficiência não resolve.
O que a plateia leva
- O ciclo que transforma competência individual em dependência institucional
- A diferença entre acelerar um processo e ampliar a capacidade de decidir
- Por que o servidor que domina a ferramenta pode virar o novo gargalo
- As conversões que fazem o aprendizado de uma pessoa virar capacidade de todos
- Onde a decisão pública não deve ser automatizada, e por quê
Servidores e gestores públicos de qualquer área, escolas de governo, congressos de gestão e semanas de inovação. Serve tanto a quem já usa inteligência artificial no trabalho quanto a quem decide sobre ela sem usá-la.
Palestra · Conferência de abertura ou encerramento · Mesa, painel ou entrevista · Deriva de O Servidor Aumentado