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Palestras · 5 temas

Palestras

Rodrígo Dell é autor e palestrante sobre inteligência artificial na gestão pública. Fala para servidores, gestores, escolas de governo, tribunais, universidades e eventos de governo digital, no Brasil, em português — presencialmente e on-line.

Cinco temas, cada um derivado de uma obra. Não são apresentações genéricas sobre tecnologia: são teses escritas antes de serem faladas, sobre o que a inteligência artificial muda — e o que ela não deveria mudar — no trabalho público, na capacidade da instituição e na autoridade que decide.

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Temas

Sobre o que ele fala

Cada tema deriva de uma obra e a ficha diz de qual. A tese não muda de evento para evento; os exemplos e o recorte, sim.

  • O servidor aumentado: usar inteligência artificial sem terceirizar o julgamento

    Como um servidor público usa inteligência artificial no trabalho sem abrir mão do próprio julgamento e da própria responsabilidade?

    A inteligência artificial já entrou no trabalho público pela porta individual. A fala trata do que muda quando ela entra bem: reduzir o peso do trabalho repetitivo, organizar informação, testar argumentos e comparar cenários — mantendo inteira a decisão que continua sendo humana, e o nome de quem responde por ela.

    O que a plateia leva

    • A distinção entre ampliar a capacidade de decidir e transferir a decisão
    • Onde a responsabilidade humana precisa permanecer inteira, e por quê
    • O que separa um uso que sustenta a decisão de um que apenas a acelera

    Servidores e gestores públicos de qualquer área, em encontros de formação, semanas de inovação e congressos de gestão.

    Palestra · Conferência de abertura ou encerramento · Oficina · Deriva de O Servidor Aumentado

  • Do uso à capacidade: o que a instituição precisa ter para governar a IA que já usa

    Por que uma prefeitura ou um órgão que já usa inteligência artificial ainda não tem capacidade institucional para governá-la?

    Uma licença comprova acesso. Uma capacitação comprova exposição. Um piloto comprova que uma hipótese começou a ser testada. Nenhum dos três comprova capacidade. A fala percorre as seis capacidades que a obra nomeia — direção e valor público; processos e serviços; dados e fundações digitais; pessoas, recursos e ecossistema; governança e responsabilidade; implementação, evidência e continuidade — e mostra por que elas não são departamentos, não são etapas e não compensam umas às outras.

    O que a plateia leva

    • A diferença entre uso disseminado e capacidade demonstrável
    • As seis capacidades como aptidões complementares, não como escala de maturidade
    • Os testes que revelam capacidade: ausência, recuperação, contestação, mudança e encerramento

    Dirigentes, secretários, equipes de tecnologia, controle interno, jurídico e inovação — e eventos de governo digital.

    Palestra · Conferência de abertura ou encerramento · Oficina · Mesa, painel ou entrevista · Deriva de A Gestão Pública Aumentada

  • Antes do primeiro prompt: as decisões que precedem a ferramenta

    Que decisões uma equipe pública precisa tomar antes de escolher uma ferramenta de inteligência artificial?

    A qualidade do uso não começa no modelo nem na frase digitada — começa no diagnóstico. A fala percorre as decisões que antecedem a ferramenta: qual é o problema, que informação pode ser utilizada, como a resposta será validada e onde a responsabilidade humana permanece.

    O que a plateia leva

    • Um roteiro de decisão anterior à escolha de ferramenta
    • Critérios para dizer quando a IA não é a resposta
    • Como definir de antemão o que valida uma saída

    Equipes que estão começando a incorporar IA ao trabalho e precisam de base antes de buscar ferramentas ou comandos prontos.

    Oficina · Palestra · Deriva de Antes do Primeiro Prompt

  • A IA já entrou. A instituição ainda não.

    Qual é o custo de a instituição pública demorar a reconhecer o uso de inteligência artificial que já acontece dentro dela?

    Uma fala sobre a distância entre o que já acontece no trabalho e o que a instituição consegue enxergar, registrar e responder. Trata do custo da omissão: risco tratado como problema individual, aprendizado que não vira institucional, decisão sem rastreabilidade e uma transformação conduzida pela adoção espontânea, e não por escolha pública.

    O que a plateia leva

    • Por que o uso informal não é um desvio a punir, e sim um sinal a ler
    • O que a instituição perde enquanto não olha
    • A diferença entre proibir, ignorar e governar

    Alta gestão, controle, corregedoria, jurídico e conselhos — e eventos que abrem discussão sobre governança pública de IA.

    Conferência de abertura ou encerramento · Palestra · Mesa, painel ou entrevista · Deriva de A IA já entrou. A instituição ainda não.

  • O limite da delegação: até onde um governo pode entregar a decisão

    Existe um ponto em que delegar decisões públicas a sistemas artificiais deixa de ampliar o governo e passa a substituir a autoridade humana?

    Uma fala especulativa e rigorosa sobre o limite: soberania, revogabilidade, consentimento e o direito humano de recuperar a capacidade de decidir — inclusive diante de um governo artificial que pareça mais eficiente, mais benevolente e mais competente do que qualquer governo humano.

    O que a plateia leva

    • A distinção entre eficiência de governo e legitimidade de autoridade
    • Por que revogabilidade é a pergunta central, e não desempenho
    • O que uma sociedade não deveria entregar sem volta

    Eventos de tecnologia e sociedade, universidades, escolas de governo, tribunais e programações que aceitam uma tese incômoda.

    Conferência de abertura ou encerramento · Palestra · Mesa, painel ou entrevista · Deriva de ZERO-HUMAN GOVERNMENT

Formatos

Em que formato, e por quanto tempo

  1. Palestra

    45 a 60 minutos

    Apresentação fechada, com espaço para perguntas ao fim. É o formato padrão para congressos, encontros de servidores e semanas de inovação.

  2. Conferência de abertura ou encerramento

    30 a 40 minutos

    Fala mais curta e mais tesa, escrita para abrir ou fechar um evento — sustenta uma única tese e a deixa em circulação no resto da programação.

  3. Oficina

    3 a 4 horas

    Trabalho conduzido sobre casos da própria organização, com material de apoio. Exige turma limitada e um problema real trazido pela instituição.

  4. Mesa, painel ou entrevista

    conforme a programação

    Participação em debate mediado, banca ou entrevista pública, presencial ou gravada.

Todos os formatos, exceto a oficina, funcionam à distância sem perda. A oficina depende de trabalho conduzido sobre casos reais e pede turma limitada.

Perguntas frequentes

O que quem convida costuma perguntar

Sobre quais temas Rodrígo Dell dá palestras?

Sobre inteligência artificial na gestão pública, em cinco recortes derivados das suas obras: o uso responsável pelo servidor, a passagem do uso individual à capacidade institucional, as decisões que precedem a ferramenta, o custo da omissão institucional e o limite da delegação da autoridade pública a sistemas artificiais.

Quais são os formatos e as durações disponíveis?

Palestra de 45 a 60 minutos; conferência de abertura ou encerramento de 30 a 40 minutos; oficina de 3 a 4 horas, com turma limitada e casos da própria organização; e participação em mesa, painel ou entrevista, conforme a programação do evento.

Atende eventos on-line?

Sim. Todos os formatos, exceto a oficina, funcionam bem à distância. A oficina é possível on-line com turma menor, porque depende de trabalho conduzido sobre casos reais.

Como convidar e com quanta antecedência?

Pelo formulário ou pelo e-mail da página de contato, informando data, cidade, formato pretendido, perfil e tamanho do público e o tema de interesse. Quanto mais antecedência, melhor: convites com poucas semanas dependem de agenda disponível.

Qual é o investimento?

Depende do formato, do deslocamento e da natureza da instituição, e é definido caso a caso na resposta ao convite. Não há tabela publicada, e há disponibilidade para condições distintas em eventos de escolas de governo, universidades e associações públicas.

As palestras são adaptadas à instituição?

A tese de cada fala não muda, mas os exemplos e o recorte, sim. O ajuste é feito a partir de uma conversa prévia sobre o contexto, o público e o que o evento precisa deixar em circulação depois.

Convites

Como convidar

Escreva pela página de contato informando data, cidade, formato pretendido, perfil e tamanho do público e o tema de interesse. A resposta traz a disponibilidade, o ajuste de recorte e as condições.

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