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Capa do livro A Gestão Pública Aumentada, de Rodrígo Dell

Livro 02 · IA na Gestão Pública

A Gestão Pública Aumentada

Do uso da inteligência artificial à capacidade institucional e ao valor público

Previsto para15 de outubro de 2026

A distância que o livro nomeia

A inteligência artificial chegou ao serviço público pelo uso individual, que é real e é útil — e não é capacidade institucional. Uma organização pode ter dezenas de pessoas usando IA todos os dias e seguir sem método, sem governança e sem memória do que aprendeu.

Uma licença
comprova acesso.
Uma capacitação
comprova exposição.
Um piloto
comprova que uma hipótese começou a ser testada.

O uso aparece. A capacidade precisa ser demonstrada.

O percurso

Seis movimentos e quinze capítulos, da ferramenta à institucionalização. São decisões conectadas, e não fases obrigatórias: uma iniciativa pode voltar à formulação depois de um piloto, reduzir autonomia durante a operação ou descobrir que uma solução convencional atende melhor ao problema.

  1. Parte I

    Da ferramenta à capacidade

    A distinção de que tudo o mais depende: o que o uso comprova, o que ele não comprova e o que sustenta uma instituição capaz.

    • Uso não é capacidade
    • O que sustenta uma instituição aumentada
  2. Parte II

    Da possibilidade à prioridade

    Escolher o que merece existir antes de escolher com o que fazer — o problema antes da ferramenta, e o valor público como critério.

    • O problema antes da ferramenta
    • Valor público e a solução suficiente
    • O papel da IA na decisão pública
  3. Parte III

    Da prioridade à preparação

    O que precisa estar de pé antes de a solução entrar: o serviço inteiro, os dados que sustentam a decisão e as pessoas que respondem por ela.

    • O serviço inteiro, não apenas a interface
    • Dados e fundações que sustentam a decisão
    • Pessoas, recursos e dependências
  4. Parte IV

    Da preparação à implementação responsável

    Experimentar com limites e governar na proporção do efeito — o que muda quando a solução encosta no trabalho de verdade.

    • Pilotos que aprendem antes de expor
    • Governança proporcional ao efeito público
    • Quando a solução entra no trabalho
  5. Parte V

    Da implementação à evidência

    Medir antes para poder aprender depois, e tratar o pós-lançamento como o lugar onde a promessa é conferida.

    • Medir antes para aprender depois
    • O pós-lançamento é a prova real
  6. Parte VI

    Da evidência à institucionalização

    O que faz uma prática sobreviver a quem a criou — e por que manter, reconfigurar e encerrar são a mesma decisão vista de três ângulos.

    • Da rotina repetida à prática institucionalizada
    • A instituição que aprende, reconfigura e encerra

Nove quadros de aplicação

A parte operável do livro: instrumentos numerados, para levar à reunião em que a decisão vai ser tomada.

  1. Escala de prova da capacidade
  2. Oito elementos para reconstruir uma demanda
  3. Portão A: antes da exposição real
  4. Oito fatores de proporcionalidade
  5. Quatro estados de um controle
  6. Evidência para decidir
  7. Portão B: quando a configuração muda
  8. Memória e transferência
  9. Sete decisões de continuidade

Para quem foi escrito

Escrito para quem lidera, desenha ou sustenta organizações públicas — gestores, equipes técnicas e formuladores de política que precisam transformar inteligência artificial, dados e automação em capacidade institucional duradoura, e não apenas em rotinas mais rápidas.

Como o livro foi feito

A obra traz uma nota de transparência sobre o próprio processo. Ferramentas de inteligência artificial apoiaram organização, comparação, pesquisa e revisão editorial: estruturar versões de trabalho, testar coerência, identificar repetições, formular contrapontos.

As experiências, as teses, as formulações finais e a responsabilidade autoral permanecem humanas. Nenhum conteúdo produzido por ferramenta foi tratado como autoridade autônoma — que é o princípio que o próprio livro defende, aplicado a ele mesmo.

Em que ponto o livro está

O texto está fechado, com EPUB e capa validados, à espera do cadastro na loja. O lançamento está previsto para 15 de outubro de 2026 — data de planejamento editorial, ainda não confirmada pela loja. O argumento do livro, porém, já circula: os ensaios do site e o verbete conceitual desenvolvem em público as questões que ele organiza.

Ser avisado do lançamento

O texto está fechado, com EPUB e capa validados, à espera do cadastro na loja. O lançamento está previsto para 15 de outubro de 2026 — data de planejamento editorial, ainda não confirmada pela loja. O argumento do livro, porém, já circula: os ensaios do site e o verbete conceitual desenvolvem em público as questões que ele organiza.

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A Introdução está aberta na íntegra, sem cadastro. O vocabulário da obra está publicado à parte, como verbete datado, e a ficha no catálogo traz a obra em inglês e espanhol.